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domingo, 6 de novembro de 2011



Quadriculado
           (Marcos Fernando)

Quadri
       Qual lado?
Quadrico
        Um lado?
Quadri
          Colado?
Quadricaiado?
Quadricalado?
Quadrilacrado?
Quadricaalado?
Quadriclonado



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

hIstórias qUe Eu nÃo iNvENtei


Quando os filhos ensinam os pais

                               Marcos Fernando

 Ele morava em Nova York, nos Estados Unidos. Era de classe média. Em sua família ninguém chegara a universidade até o dia em que sua mãe decidiu que ele iria ter ensino superior. Para isso a humilde mãe, que trabalhava muito,  passou a  ajudar a criança nas tarefas escolares. Teve que trabalhar como garçon para bancar os estudos. Com o tempo o nível de dificuldade foi aumentando e a mãe já não tinha mais conhecimento para ajudar o filho. Foi ai que o filho passou a se dedicar mais a estudar para poder ensinar a mãe. E assim aprendeu o suficiente para formar e se tornar um   respeitado profissional PHD em psicologia.
Hoje ele anda pelo mundo como professor visitante socializando seus conhecimentos no mundo acadêmico.
Ele nunca foi meu professor. Nunca dialoguei com ele. Mas essa foi uma das maiores lições que um professor já pode me ensinar.

pOnderAçÕes do Marcos Fernando


O que andas lendo?
                            Marcos Fernando

Qdo entrei a primeira vez na casa do líder seringueiro Chico Mendes, logo na sala bati os olhos em uma estante humilde . Carregada de livros. Prenhe de conhecimento. Chico sabia q para construir soluções é preciso ler o mundo. E preciso ter embasamento para se contrapor aos desmandos e propor soluções inteligentes.
Pela estante de Chico Mendes deu para se ter uma dimensão do apego pelo conhecimento
Um grande líder precisa está mt bem familiarizado com os conhecimentos do povo e dos estudiosos.
Quem quiser descobrir quais são os livros q passe lá.

pOemAs do mArcOS fEnanDo



Nó gentos

          Marcos Fernando

  Pessoas
      Cães
  Canoas
 Cavalos
Gravatas
     Laços
Cadarços

Há muitas coisas
Amarradas no mundo!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

hiStórias NãO iNvEnTaDaS




O Homem que enterrava livros

              Marcos Fernando

Era plena ditadura. Era proibido rir, pensar. Questionar o regime. Era proibido ser livre! Ele ousava alimentar o seu cérebro e seu coração com linhas secretas e subversivas. Os livros possuíam capas vermelhas e falavam de pessoas que ousaram sonhar. Por isso passou a ser procurado pela polícia. Perseguido. E para se manter vivo, para continuar alimentado suas utopias, resolveu eliminar as provas que o incriminavam,. sob os atônitos olhares de uma criança, ele enterrava no fundo do quintal seu acervo revolucionário. Pesaroso feito quem sepulta a própria mãe.

Questionado pelo olhar curioso de um criança:
- Tio, o senhor não gosta dos livros? Porque o senhor tá fazendo isso com eles?!
- Não. Não estou sepultando minhas utopias...Estou apenas semeando meus ideais!

sábado, 8 de outubro de 2011

hiStórias NãO iNvEnTaDaS

Mãe é guarda-chuva

                   (Marcos Fernando)

Em conversa com a professora Bárbara Orlanda ela me falou de sua infância difícil e sofrida. Me contou que uma vez morou em uma casa que chovia mais dentro do que fora. Quando a chuva vinha chegando a casa já estava toda molhada. E ela pegava seu casal de filhos colocava os dois nos braços e abraçando-os os protegia e os acalentava até que a chuva parasse.

cRÔNicas do MarCOS FERnando



A árvore que dava dinheiro.
Marcos Fernando

Era uma árvore enorme. Centenária. Ficava na reserva legal do que sobrou do antigo seringal Santa Fé. Era preciso  três homem de mãos dadas para abraçá-la. No auge dos seringais dera muito leite. Quatro bandeiras... Enriqueceu muita gente. Gerou fortunas. Matou a fome de muitos seringueiros. Trazia no corpo as marcas das lâminas tatuadas.
Olhei pra ela estendida ali no chão. Fatiada em rodelas como se fosse uma cebola de cabeça. O que sobrara de sua seiva se agarrava a areia como um náufrago se agarra aos barrancos em busca de socorro.
Feito espinha de peixe as lágrimas atravessaram na minha garganta.

pOemAs do mArcoS FeRNanDo


Clichês

                       (Marcos Fernando)

Quem foi que disse:
Que mulher pra ser forte tem que falar grosso?
Que abacate tem que ter caroço?
Que cachorro valente tem que roer osso?
Que a morte é o fundo do poço?
Que pra ser jovem tem que ser moço?
E que o som é realmente aquilo que eu ouço?






sábado, 1 de outubro de 2011

Mulher de luas


                    (Marcos Fernando)

Ela nunca era ela mesma

Era sempre quem os outros

Queriam...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ponDeradas



Sociedade de Con
                          s u m o

                            ( Marcos Fernando)

Vc Não é o que quer
Vc Não é o que é
Vc é aquilo que te impõem



pOEsiA dO mArCOs



O fim de nada e o começo de tudo
Marcos Fernando

O fim não é eterno nem tão pouco tão moderno
Nem se trata do destaque do segundo caderno
 Onde o fim chega tudo começa
E não há quem o impeça
O fim nunca tropeça
Os tropeços são no começo


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

hiStórias NãO iNvEnTaDaS


A mulher dos olhos azuis
                                      Marcos Fernando
             Era uma mulher forte . Uma caboca taluda. Disposta. Trabalhadeira. Pegava no pesado. Trabalhava no roçado pra ajudar o marido. Tirava lenha. Caçava. O Esposo até que era boa pessoa. Homem do trampo. Só tinha um defeito: bebia. Bebia muito. E quando tomava umas ficava valente. Desconhecia as pessoas. Botava a família pra correr com um terçado. Inúmeras vezes a esposa, com as crianças, teve que dormir no mato. As vezes enfrentando chuva para salvar a vida e a vida dos filhos .

Devido as manchas roxas dos murros nos olhos ela era conhecida nas vizinhanças como " A mulher dos olhos azuis." Era uma mulher sofrida

No banco dos réus olhou para o júri. Olhou para o Juiz , no fundo dos olhos do togado.  .Saiu uma voz embargada:
- Dotô , guentei tudo que suportava de peia e aumilhação. Inté que um dia

eu dicidi que nunca mais ia apanhar...

( Texto a adaptado de uma conversa com a costureira Dona Vivi)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

pOemAs do MaRCos FerNANdo


O ferreiro das palavras

                               Marcos Fernando

Eu tiro leite

Das palavras

Elas são minhas escravas

Berram na minha mão

Eu lhes ferro com ferro

Tinta, sangue , carvão



cOntOs dO mArcOs fERnanDo


O homem sem cabeça

                           Marcos Fernando

Não nascera assim. Assim se tornara conhecido. Entrava em tudo de cabeça. Era considerado um cara cabeça. Cabeça fria. Cabeça aberta. Cabeça feita. Fora cabeça de área. Ficou conhecido como Cabeça. Alguns achavam que era cabeça dura. Outros: cabeça rara. Até que um dia encontrou uma mulher que não tinha cabeça por quem se apaixonou, com quem viveu um grande amor . E ela o fez perder a Cabeça.







sexta-feira, 2 de setembro de 2011

pOemas do mArcos FerRNanDo


Passarim num é dotô
Passarim  num tem deploma
Passarim muda de pena
Logo que se apaixona
Passarim ama
Passarim é mei cafona

Aí, us intelctuais
Us dotor do cunhecimentus
Vem ralhar cum Passarim cheius de aburrecimentus:
- Passaro não  é passarim : é passarinho!
E o caboco invregonhado,arresponde de mansinho:
Passarim ou passarinho
Num KH dentu do ninho

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

pOnderAcOEs de maRcos FerNANdo


O que vc exala...

               ( Marcos Fernando)


Um dia uma liderança política deslumbrada me procurou para contar, com uma certa vaidade, que vinha sendo assediada por adversários com frequentes investidas para cooptá-la.Contei-lhe que a seguinte história:

Certa  vez uma modelo famosa, top das tops de elites do mundo Fashion da moda,  foi contratada para um exótico ensaio fotográfico na Africa. Para tanto foi montado uma mega estrutura no deserto com as mais modernas instalações de conforto para abrigar a celebridade e a equipe
Foi montada um suíte presidencial numa tenda de lona com toda as regalias em pleno deserto. Ao chegar no local a moça ficou envaidecida com tonta a suntuosidade. Na noite de véspera do primeiro dia de trabalho, ao se abrigar para dormir, a distinta foi surpreendia pelo seu ciclo menstrual e os felinos passaram a noite  urrando, arranhando a cela e tentando devora-la atraídos pelo forte cheiro de sangue. Na manhã seguinte ela apavorada rescindiu o contrato e embarcou, de volta para seu pais de origem, no primeiro avião.

Na política também é assim: Quando sentem cheiro de sangue as feras se aproximam...  



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

sEringAl LiteRAriO


 O seringueiro arrependido

              (Marcos Fernando)

Eu vevia sartifeito
Numa casa de para-peito
Nos fundos do siringal
La tinha munta fartura
“Agua Boa” criatura
Era minha colocação
Uma barraca humilde
No centu dum restinga
Cercada de paxiúba
arrudiada de siringa

Até que um dia minha veia
Abirobô das idéia
De pra cidade mudá
E fico pono pissica
inté  eu fica tiririca
que pa invitá futrica
Me zanguei e vim pra cá

Vendimo tudo que tinha
Uma casa de farinha
Um miaral penduado
Um pai degua dum capado
E um paiolzim lotado
De arroz bom de pilá

Quanu cheguemu na cidade
Era tanta nuvidade
Que a minha cumade
Cumeçô a se uriná
Cum numeraru que eu tinha
Comprei logo uma casinha
Pra mode nos se abrigá
Era um quartim apertado
Nos tudo amuntuado
A tempo de cuzinhá
Num baju de invasão
Rua nu tinha não
Barro incarnado no chão
Longe, longe feito o cão!
O dinhero foi mirrando
O sufoco apertando
Fui logo me aperriando
As minha fia mas nova
forum ficanu formasa...
Cairu no mundo então!
Ur meus meninu taludo
Sem um pingo de istudo
Cumessaro a fazer feio:
Foru pegá no aleio.
A pulica deu uns tiro: lá perdi meu  Biro-Biro!
O caçula Genoval veve há anos na penal
Minha veia magoada se matou envenenada
Com todo esse vexame
acabei teno um derrame
Eu num sabia que na cidade
Tinha tanta dificulidade

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

pArachoque de cAmInhAnTEs


A inveja é o combustível do santanás

A Histora derne o principu
                                                 ( Marcos Fernando)

aNtES de tUdo
Ha
vIa
O nada
pArAuquAl
tUdO
   vOltaRá

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Gaioleiro


Marcos Fernando

Era um vez um homem que nao gostava de voar
Ae ele pegava as pessoas e corta-lhes as asas

Com o tempo
Os sentimentos
Tomam de conta
Dos nossos olhos
A procura do que é

                     Marcos Fernando

Somos o que juntamos
O que guardamos
O que somamos
O que multiplicamos
Aquilo do que nos alimentamos 
Somos o que pedimos
O que repartimos
O que dividimos
Somos
O que temos
E o que perdemos...
Somos processos
Incompletos
Moinho

A vida vai transformando a gente
naquilo que somos
Origens


Eu venho de longe
de mim

poemaral

Voyerismo

Pelo buraco da fechadura
as pessoas se miram
nas outras
Gaioleiro
                      Marcos Ferndando

Era um vez um homem que nao gostava de voar
Ae ele pegava as pessoas e corta-lhes as asas!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

sábado, 16 de julho de 2011

pOemAS dO MarcOs FerNanDo

Caminheiros

        Marcos Fernando


O caminho certo
Não tem fim
Nem inicio
Pois é tecido de princípios

PoNderAçõES

             
Sobre pressa & Caminhos...
                   
             Marcos Fernando

Não podemos nos afastar de nossa  responsabilidade histórica de promover mudança. Mudança no trajetos, nos processos e nos percursos. Mudanças no mundo, nos outros e sobretudo e em nós mesmo.
Os fins só serão qualitativamente honráveis se os meios e os processos pelo quais foram construídos forem saudáveis. Sem puritanismo mas sem perder de vista os princípios que nos norteiam. Sem precipitações e sem ingenuidades. Sem abrir mão dos valores fundamentais. (honestidade, solidariedade, humildade, fraternidade)

As vezes não é preciso mudar o caminho e sim o jeito de anda pq como disse o poeta o caminho se faz ao caminhar

poNderAçõES




Sem afobamentos

Os afobados comem cru. Se precipitam. Geram processos doentios. Insalubres. A pressa é inimiga da qualidade.

terça-feira, 28 de junho de 2011

POemAS dO MarcOs FerNanDo


O historiador
                
                  Marcos Fernando

O historiador fuça
Escarafuncha
Magoa
Descasca as feridas
Recupera lembranças perdidas
Forma mosaicos com os cacos da vida

O historiador sinaliza
Acende faróis

O historiador fareja
Sente cheiro de naftalina
Devora as teias de aranha da memória

A função do historiador não é encontrar as verdades
É soprar as poeiras...


SerinGal LiteRArio

Os que remam e os que fazem banzeiros
          
                                      Marcos Fernando

Os que remam
são serenos
Vão pra longe não se afobam
O que fazem banzeiro passam ligeiro

quarta-feira, 22 de junho de 2011

poNderAçõES


Quem rema
Marcos Fernando

A vida as vezes é como uma canoa: Aqueles que remam, que conduzem, seguem atrás. Aqueles que vão na frente são conduzidos.

pOemAS dO MarcOs FerNanDo



Paraísos dos doidos

Marcos Fernando

Só os doidos
Vão
Para o céu
O resto, todos, vão para o beleléu!


( Extraído do projeto “O Livro dos loucos”)

terça-feira, 21 de junho de 2011

hIstóriAs qUe eU nÃo inVenTEi



A invisível mão de Deus

Marcos Fernando

Era uma vez uma amigo meu que era fiscal. Ganhava bem. Mas seu relacionamento não ia bem. Quando o relacionamento não vai bem o financeiro costuma acompanha-lo. Em pouco tempo estava endividado. Para se livrar dos débitos precisou fazer horas extra trabalhando em outro posto de fiscalização onde se pagava bem por ser um lugar longe e incomodo onde só se chegava de avião. Lá se foi . Na verdade não queria sanar suas dívidas queria salvar seu casamento. Precisa de um tempo sozinho para refletir e se encocntrar. A distância o reaproximou da família. Passaram a meses . Longe de casa com bastante saudades conseguiu ligar para casa marcando o dia do retorno. A família o aguardava ansiosa qdo foi supreendida por um triste notícia: O  avião que decolara naquele dia infelizmente não chegaria a seu destino. ..Caíra em um matagal proximo a pista. A tragédia era de proporções alarmantes. Desespero e apreensão. Perdi um grande amigo nesse vôo, Mas era outro. PQ ele não  embarcara. Over bucker . A passage dele fora vendida duas vezes . Tentou embarcar e não conseguiu. Xingou. Ficou bravo. Mas aquele desagradável acontecimento lhe salvaria a vida. A pessoa que ocupara sua vaga perdeu a vida. E ele não perdeu um vôo: ganhou um nova oportunidade de viver!

poNderAçõES


Aos interneteiros

                          Marcos Fernando


Gosto de internet porque ela é livre. Por que ela não é presa a clichês e grilhões. Na internet existe um campo de possibilidades muito vasto. Parece aqueles grande barracões do seringais que tinha de um tudo. É isso: na internet tem de tudo. De tudo um pouco. De tudo um muito. É você quem escolhe seus caminhos. Por onde navegar. Sabe-se que um mau marujo naufraga até em águas mansas.
A internet é um grande paradoxo. Assim como a Vida o é. A internet aproxima o q esta distante e distancia o que está próximo.
Costumo ver pessoas, na minha opinião equivocadas, blasfemando contra a “maldita internet”. Rio. Não é o vício que vicia o viciado. É o viciado que alimenta seu próprio vício como  forma de subsistência.  Todo vício é uma fuga. Um pedido de ajuda interior.
A internet, em si, não é mau nem boa. É apenas mais instrumento de comunicação humana. O seu uso depende de cada um. 

cOntos do mArcOs FeRnandO


Povo do silêncio
                                
                            Marcos Fernando

Era um povoado calmo. Sem o barulho das sílabas. Os olhos lambiam os lábios. As pupilas, como cães vadios, farejavam e cheiravam umas as outras... Ninguém falava nada. Diziam tudo e se entendiam muito bem.
Quando você conhece bem uma pessoa, ou situação, a geometria do silêncio é o suficiente. Não usavam palavras. Bastavam os olhares.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

poNderAçõES



Considerações para quem é de casa

                                               Marcos Fernando

Casa lembra útero . Carinho colo, proteção, calor de mãe. A casa é um templo do amor por isso todo casal que se casa sonha em ter sua propria casa.E para se preenchar a casa, avida, e nós mesmo, se faz os filhos.Na minha opinião o melhor discurso que alguém pode ter é sua casa.
As casas são símbolos, sentimentos. Composições de memórias afetivas e subjetividades
Casas são como se  fossem seres falantes. E o são. Falam muito sobre seus donos. Nas fotos antigas as casas falam muito sobre o contexto em que foram construídas...

poNderAçõES



Considerações para quem é de casa

                                               Marcos Fernando

Casa lembra útero . Carinho colo, proteção, calor de mãe. A casa é um templo do amor por isso todo casal que se casa sonha em ter sua propria casa.E para se preenchar a casa, avida, e nós mesmo, se faz os filhos.Na minha opinião o melhor discurso que alguém pode ter é sua casa.
As casas são símbolos, sentimentos. Composições de memórias afetivas e subjetividades
Casas são como se  fossem seres falantes. E o são. Falam muito sobre seus donos. Nas fotos antigas as casas falam muito sobre o contexto em que foram construídas...

poNderAçõES



Considerações para quem é de casa

                                               Marcos Fernando

Casa lembra útero . Carinho colo, proteção, calor de mãe. A casa é um templo do amor por isso todo casal que se casa sonha em ter sua propria casa.E para se preenchar a casa, avida, e nós mesmo, se faz os filhos.Na minha opinião o melhor discurso que alguém pode ter é sua casa.
As casas são símbolos, sentimentos. Composições de memórias afetivas e subjetividades
Casas são como se  fossem seres falantes. E o são. Falam muito sobre seus donos. Nas fotos antigas as casas falam muito sobre o contexto em que foram construídas...