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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ARtigos do MaRcos FeRnando


                                        “O teu olhar melhora o meu”


É incrível como há pessoas que marcam profundamente as nossas vidas. Pessoas que são capazes de transfomar imensamento nosso modo de ver o mundo.

Durante os 30 anos de minha vida já tive deversas vezes oportunidade de me deparar com esse tipo de pessoa. Geralmente são pessoas simples, despretenciosas, que ensinam pelo que são, porque são realmente aquilo que são e ñ representações e ainda porque a fato de existirem é um verdadeira lição de vida, de superação, de aprendizado.

São pessoas que ensinam sem se esforçar porque do auge da sabedoria adquirida não possuem a ilusão de serem professorais nem tampouco senhores do universo

São pessoas que nos dão vontade da gente ficar perto por mt tempo. São presenças que ñ nos cansam. E são tão rápidas, tão poucas e passam tão velozes por nossas vidas.  ñ raro retiram a poeira dos nossos olhos, dos nossos ouvidos, dos nossos corações e principalmente fazem a mais completa faxina nas teias de aranha do nosso cérebro.

Pessoas que nos arrebatam para suas concepções de mundo pela contundência de suas convicções e pela  singularidade do seu olhar
                        Marcos Fernando 

Pipa de linha



As linhas
Das pipas
São ripas invisíveis
As tripas dos sonhos
Gravetos q voam
As linhas sozinhas
Bailando no céu
Esqueletos
Atléticos
Lá nas alturas
Fazendo firulas
Feito carrossel



segunda-feira, 26 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

pOndeRaÇões

Porque o filho de Abraão?

• Quando Abraão foi posto a prova Deus pediu-lhe em sacrifício que ele ofertasse seu filho Isaac.
• Porque Deus fez isso?
• O que significa um filho para um pai?
• O que Deus quis dizer com sua attitude?

Um filho é a parte mais importante de um pai. É porque Deus então solicitou o que de mais precioso Abraão tinha? Porque Deus quer exatamente o melhor de nøs. Não podemos nos economizar para Deus.
Foi esse o exemplo, carregado de simbolismo, que o grande pai nos deu ao enviar seu filho para morrer na cruz por nós. Porque Deus enviou Jesus e ñ um anjo dos seus para essa nobre missão? Porque Deus precisava demonstra que a gente precisa dá o melhor de nós em tudo q fazemos. As grandes missões exigem grandes desprendimentos. Além de pedir o melhor dos outros (qdo pedeiuIsaac, filho de Abrão) Deus liderou pelo exemplo dando o melhor de si ao enviar o próprio filho (Jesus). Na próxima vez que for cumprir uma missão lembre-se disso!


Marcos Fernando

pOndeRaÇões

Cultivadores do medo



Uma vez quando eu era repórter de rádio fui cobrir um dia de campo cuja pauta era cerca elétrica. De toda a tecnologia o que mais me impressionou foi à informação fornecida pelo técnico de que o choque aplicado na vaca prenhe tranfere o medo até para o neto dela que ao nascer também não vai querer se aproximar da cerca. Isso me fez pensar sobre o quanto o medo é cultural e como o reproduzimos em nossa sociedade. O medo de morrer. Medo de perder o emprego. Medo de perder um ente querido ou a pessoas amada. A vida é feita de perdas e ganhos e no meio disso tudo se ergue o medo. O medo angustia, congela.
Quando nos libertamos do medo criamos coragem para enfrentar o mundo.


Marcos Fernando

quinta-feira, 18 de março de 2010

cOnTos dO maRcoS FerNanDo

Acuado

Estava ele ali. De frente para morte. Só ele e ela como nunca estivera. Cara a cara. Seus dentes eram lâminas fortes, brilhantes. Àvidas por sangue. Seus olhos vomitando ódio. O silêncio era maior que o medo. Nada ao seu redor. Nem arma, nem escape. Nem árvore, Nem um pedaço de pau. Sem chances. Só ele e ela. Coração desesperado. Boca seca. A fera fungando. Babando. Marchando para cima. O hálito podre da morte beijando seu rosto. E ele espremido entre angústia e a parede do pânico. Não tinha escapula, nem para quem gritar. As unhas e os dentes era tudo que tinha. Suava frio. Suas pernas tremiam. Foi então que do nada brotou um insight. E....

quarta-feira, 3 de março de 2010

Alagações





Os rios quando saem do leito
  fertilizam as margens.
Confiança, sonhos e borboletas

Um dia desses meu filho mais novo, Luiz Fernando, de 5 anos, que gosta muito de fotografar , pegou a câmera e largou flashes para tudo q é lado. Ele gosta de ângulos inovadores e faz fotos intrigantes. Tem uma percepção do mundo questionadora o q é típico das crianças. Estava ele promovendo um festival de flashes quando uma borboleta intrometida invadiu o cenário. E o menino disabou na carreira em busca de enquadrá-la, mas o lepidóptero deslizava em um balé harmônico, suave, delicado, rodopiava dando-lhe chagões escapava da gaiola dos ângulos. Suado e revoltoso ele veio queixar-se a mim: - Pai, porque a borboleta não pousa no meu dedo?
Interrompi minha leitura e fui explicar-lhe: - Porque ela não tem confiança em vc, meu filho!
- O que é confiança? - Sapecou-me ele
- Confiança? Confiança é... - recorri aos meus neurônios para elaborar uma resposta convincente - Confiança é sentimento, meu filho!
- Mas porque que ela não confia em mim? - inquiriu-me - Eu sou do bem - completou
- Porque ela não te conhece. A gente não confia em quem não conhece.
Depois q ele se afastou fiquei refletindo e conclui q lhe faltou dizer que:
- A gente não confia em quem não conhece. E às vezes a gente tb não confia em quem conhece exatamente pelo fato de conhecer mt bem.

***

As borboletas, Chico Mendes e o Che Guevara

Nunca tive nem um contato com Chico Mendes. Em que pese minha família conhecer a dele desde criança. Moravam em seringais próximos. Eram vizinhos de colocações ( Cachorra Magra e Alto formoso). A única vez que o vi foi de longe. Por volta de 86/88. Era ano de eleição municipal. Eu passava pela Avenida Santos Dumont, em Epitaciolândia, que na época se chamava Vila. Perto da antiga boate Tropical, do Seu Pimenta, a boquinha da noite, havia um aglomerado de uns quatro gatos pingados. Era um grupo de pessoas diferentes. Discursava diferente. Era um comício. Tinha cheiro de suor e esperança. Entre rostos cansados e olhares esperançosos os candidatos davam discursos inflamados. Havia uma indignação otimista. Eram gritos esperançosos. Eu não entendia mt bem o que diziam, mas sabia q falava de algo de bom. Algo que só depois fui descobrir q se chama utopia.
O palco era um caminhão atravessado, iluminando apenas por um bico de luz onde os mosquitos rivalizavam com os oradores. Pensem num som ruim!
Foi então que um baixinho, bigodudo, de fala mansa, pegou o microfone e começou a fala mansa, com uma voz macia de quem falava com calma, seguro de si porque sabia o que dizia. Um fala envolvente cativante. Que arrepiava: “Muitos companheiros tombaram, e muitos, infelizmente, ainda tombarão. Eu mesmo tô ameaçado de morte” - e para finalizar abarcou: - “Mas como diz o poeta: Os poderosos poderão matar uma, duas... Várias borboletas!! Mas não impedirão a chegada da primavera!”
Senti um entalo no peito. Meus olhos arderam. Havia fumaça e fuligem.
O homem falava bonito até de coisas tristes
Naquela noite fui picado por um bicho chamado utopia
Tempos depois descobri q o poeta a quem ele se referira se chamava Ernesto. Ernesto “Che” Guevara

***

As Borboletas de Mário Quintana

Talvez o que eu tb tenha q falar para meu filho, e para muitas outras pessoas, é q devamos seguir a sabedoria de Mário Quintana:
“Ao invés de correr atrás das borboletas devemos plantar flores para que elas venham até nós”

***

Ainda sobre borboletas e... Tolerância!

E que:

“ É preciso que eu suporte duas ou três lagartas se eu quiser conhecer as borboletas”
(Antoine de Saint Exupéry - in O pequeno Príncipe)


Marcos Fernando Silva - Formado em história pela Ufac e colaborador do Mandato da Senadora Marina Silva

segunda-feira, 1 de março de 2010

Da janela vejo
os prédios
Eles são sisudos
A cidade crescendo para o alto
é uma outra floresta sendo erguida
Vivemos no tempo dos homens concretos
Com vigas de ferro
e o frio das lages
Não gosto do cinza do cimento
Cinza me causa
           náusea

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Em tudo sou intenso
no que falo
no que penso
por isso inteiro
não aprendi deixar de ser verdadeiro
Me perdoe os exageros
mas não sei ser pela metade

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

cOnTos dO maRcoS FerNanDo

O homem q não tinha...

Nasceu diferente. Percebeu logo de primeira. Bem assim lá nele faltava algo que todos os outros tinham. Qdo perceberam q não possuía o acessório considerado obrigatório teve que enfrentar a humilhação pública, a pichação moral, a rotulação, o preconceito, o escárnio. Mas tinha o couro grosso. Empinou o nariz e seguiu em frente. Gosto de sangue na boca, angústia medo, solidão. Foi sozinho contra todos. O mundo o agredia. O trucidava. E ele se recompunha do caos, dos frangalhos. Do ácido líquido dos ódios. Erguia-se da ruína. Das coisas podres e desprezadas. Foi assim q se fez íntegro. Intenso. Respeitado e respeitador. Num ofendia nem a bóia q come. Nem tão pouco cuspia no prato em q comeu. Era feito de coisas lembradas e esquecidas. Das quedas conservava a aprendizagem do equilíbrio. Um dia um dos doutores dos conhecimentos, um dos monopolizadores das sapiências, o desafiou com o dedo em riste. Apontando - o na cara, com ásperas palavras o metralhou:
-Vc não pode ser! Não pode. Não tem como!
- Pq não?
- Pq now?
- Pq não?
- Pq para ser tem q ter...
- Quem foi q disse q para ser tem q ter...?!
E o paradigma arcaico se desestruturou.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ortodontia

Janelas
parecem bocas banguelas
sorrindo
pro mundo!!
Xô, carrocinhas !!

Os cães
adoram
o caos
E daí?!...


...E se os loucos forem os únicos a terem razão?!!! Ham?!!
Ando chocando
algumas idéias
As vezes elas me assustam
outra me fascinam...
A vida dá três pancadas
A primeira para desentortar
A segunda com mais força ainda : se não desintortar amassa
Já a terceira é a mais forte de todas : Quebra, espatifa, esfarela
pare reconstruir a partir do caos!!

terça-feira, 3 de novembro de 2009


Conversa com as orelhas

 

            (Marcos Fernando)

 

Ando meio burro dos

Olhos

Enxergando com os ouvidos

Qdo as coisas me interessam espicho

As orelhas

Qdo ñ

calafeto os tímpanos

Faço cera  com o tempo

Pra ampliar as coisas boas

Beijo na boca

Abraço carinho

E gosto de cafuné 

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

FIEL DA BALANÇA


(Marcos Fernando)

Não pense

Que quem vence

E quem destrói o adversário

Muito pelo contrário

Quem vence ñ é quem grita, quem aniquila, quem mata...

O vencedor

É quem consegue se sobrepor

As calor das emoções

E toma decisões

Serenas

Sensatas


A GOTA DAGUA

(Marcos Fernando)

Não me peça

Pra ser

Outra pessoa

Eu não sou

Água

De lagoa

Não me peça

Pra ser garoa

Não me peça

Pra ser o

O que lhe agrada

Eu não sou refém

De ninguém





N existe receita

Para a vida perfeita

Ñ existe modelo

Pra que eu possa segui-lo

Ñ existe uma regra

Que nunca

se quebra

Ñ existem receitas…

O que existem são supeitas

De como as coisas devem ser feitas !!


Cachorro das nuvens

Era um cachorro voador. Balofo. enorme . Parecia feito de clara de neve . Nas noites de tempestade ficava cinza e esturrava feito um leão soltando coices de fogo

Quando rosnava o mundo tremia. Babava ferozmente. Aquele líquido viscoso caia sobre os telhados servindo de adubo para as plantações e água que as mulheres guardavam nos potes de mantimentos para tomar banho e fazer o mingau das crianças. E os povos celebravam sua ira murmurando canções primitivas num dialeto arcaico.

Marcos Fernando

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Era uma vez um menino que queria mudar o mundo

Ele pintou os cabelos de laranja e vestia longas calças vermelhas . Seus olhos brilhantes e seus dentes enormes e brancos refletiam os raios da esperança. Qdo escancarava as mandíbulas suas risadas repercutiam nos quatro cantos do mundo e inundava o universo com sua alegria.

Um dia encontrou outro ser que com ele queria ser um só ser. Mas ele era vários. Era todo. inteiro. Integral. Intégro. Intenso. Tinha coragem de assumir seus temores e suas pretensões. Não gostava das coisas pela metade . Fisgado pela paixão ousou sonhar. Arrumou as moxilas e decidiu ganhar o mundo em busca das utopias. E os seus sonhos de felicidades eram arrebatadores, assombrando as pessoas mesquinhas e impondo medo aos estranguladores de esperanças.

Mas então o exército da maudade capturou seu amor com as lentes da hipocrisia, o asfixiaram , e o exilaram para as geladas terras mais distantes possíveis .

E por isso ele, que era um minino sonhador, que não desiste fácil do que quer, saiu pelo mundo procurando pelo grande amor de sua vida, aquele amor por quem se pode dar a vida. Se ganha vida. Aquele amor pelo qual a vida ganha novos sentidos. Novos rumos!

Descoboriu q viver é essa eterna procura…

Marcos Fernando

Será?...

 

Eu me permito

O benefício

Da dúvida !

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Feito ganso

Bravo ou manso

Avanso

Me lanço

Vôo em

V

Quero vi

V

Vim ti

V

Estamos cheios de verdades

Muitas delas não nos cabem

Somos senhores de tudo

Das ciências dos estudos

E por isso é tão difícil

O exercício do silêncio


Acredito

Que a beleza do conflito

Está na promoção

Da superação

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Das intensidades

                  (Marcos Fernando)

sou varadouro

sou caminho

sou meio não  sou destino

as minhas palavras voam

feito juritis

meus olhos são  carnívoros
não  vivo pela metade
não  suporto entremeios

 

Minhaspoesias

nascemberrando

sao argolas

nas ventas do destino

e eu me arrebento

por dentro após parí-las

minhaspoesias sao quadrúpedes

dão coices

chutam a alma

quinta-feira, 1 de outubro de 2009


Um festival com nome de caminho


Existem caminhos ñ percorridos

Outros caminhos por se fazer


Um festival no meio da floresta

Rock cantado para Macacos


As onças devem ter vindo espiar e pensaram:

Égua, como é estranhos esse bicho gente!!


Outros varadouros sonoros se abrindo em corações e mentes. Fugindo das mesmas

mesmices que impõem rítmos da ditadura fonográfica.


Ando mesmo

Meio a esmo

A procura de mim mesmo

quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Conflito na língua portuguesas

 

Você é reticências…

Eu sou ponto de interrogação? 

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vc é minha melhor parte

Minha arte

Meu norte

Meu suporte

Com vc me sinto forte

Meu porto

Meu horto

Minha fortaleza

Minha princesa 

O vendedor de pipocas

Mãos trêmulas
contam cédulas
surradas
o óleo na panela
assobia para quem passa
ao cair do milho
cabelos brancos da cor da pipoca 
o homem de idade não   empurra o carro 
empurra a vida 

Célula mãe

absorvo
o novo
que nasce no ovo
o obvio
volvo
revolvo
o estorvo
vou
ao
ovo
no voo
novo

 Um homem só

Um homem só

Reduz a pó

É de dar dó

Um homem

só

o que é pior

Um homem só

sofre do efeito dominó

domingo, 6 de setembro de 2009



Quando a angústia do tormento

Da espera

De aguardar por quem não vem

Te invadir

Saia

A procura

Daquilo que deseja!!

domingo, 14 de junho de 2009


Platéia anônima

 

Pessoas anônimas

Gente invisível

Gente que vê se ao vê a arte representado

Artistas da fome

E do cotidiano

Gente que se vê na rua

Com suas dores e alegrias

Identificadas

No palco

A arte é para elas

Um alívio

Pessoas anônimas

Sinceros aplausos

sábado, 6 de junho de 2009

Teste do pé

Os pés

dos trabalhadores

Evidenciam

As trajetória

São pés que falam

Quem contam histórias...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Era uma vez um menino

que queria ser escritor

Achava as letras bonitas

E gostava de inventar

Quando o mundo pegava fogo

Ele escapava de tudo

Mergulhado nas escrituras 


Os homens 
Vem de longe 
Com o barco cheio de sonhos
Cada cacho de banana 
É um pendão de esperança

quarta-feira, 13 de maio de 2009


João, o artista

O Chapéu
O proteje do sol
O esconde do céu
A arte
é o encarte
da vida


Conta a história
que o menino tinha um sonho
queria ser Power Rangers
e outros heróis
Mas se alimentava mal
Ai, o pai, para realizar o sonho do filho, comprou um saco de feijão e dizia todos os dias:
- Come, menino, come!

“… Lagarta pintada
quem foi q te pintou ?
- Foi uma velhinha que por aqui passou.
No tempo da ilha
fazendo poeira
segura lagarta na tua orelha!!”


Seremos capazes
de ler
As entrelinhas do mundo
E respirar aliviados
Com um pouco mais de segurança




Ouvir
é ir ao encontro
do outro !

segunda-feira, 23 de março de 2009




Eu de muda
Eu mudo
Sou planta, sonhos
projetos
Muda permanente
Muda frutífera e por onde passo lanço minhas sementes

quarta-feira, 4 de março de 2009

Um gesto é só um gesto
O resto
é indigesto
Eu detesto
O tom modesto
Cheira a algo desonesto
Sobre pautas e notícias ...

Notícia não é papel de embrulho... Notícia também não deve servir para embrulhar ninguém. O folclore pode render ótimas notícias, mas notícia não é folclore. Notícia não é espetáculo. Espetáculos rendem notícias. Se um cão morde um homem é notícia. Se um homem morde o cão é notícia. Se homem e cão vivem em harmonia eis uma grande pauta que pode gerar uma excelente notícia.
Eu tenho as rédeas da minha vida em minhas mãos
Eu mesmo escrevo o meu destino
Ninguém me puxa pela venta
Eu me domino

Eu sou assim
De pequenin
Desde menino

Eu mesmo enfrento fortes ventos
E tempestades
De saudades

Salto por cima das porteiras
E vou deixando a poeira para trás
Não desanimo
O meu destino
É querer sempre mais!!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009


Botas


Onde botas
Tuas botas?
Terras remotas,
Outras rotas,
Em que grotas?
As garotas
Ficam loucas
Com tuas botas?

Botas negras
São de pedras
Ou de aço?...
E o que escondem teus passos?…

A produção do afeto

Teu olhar
O movimento dos teus lábios
Tuas palavras úmidas
Mastigando minha presença…